Operadora 21AT lança promoção de imagens de satélite TripleSat

Operadora 21AT lança promoção de imagens de satélite TripleSat

Para comemorar o Ano Novo Chinês a operadora chinesa 21AT lançou uma promoção com condições comerciais especiais para imagens de satélite TripleSat. Os descontos são de 40% para imagens de acervo e 20% para imagens de programação e os pedidos devem ser realizados do dia 31 de Março.

O TripleSat consiste em uma constelação de 3 satélites calibrados geometricamente e radiometricamente e portanto idênticos entre si. Eles adquirem imagens de satélite com 80 centímetros de resolução espacial e coletam informações de várias partes da Terra com grande agilidade. A constelação foi lançada em Julho de 2015 e até o final do ano de 2017 os satélites coletaram imagens de aproximadamente 40% do território brasileiro.

Acervo de imagens de satélite TripleSat

Imagens de satélite TripleSat disponíveis em acervo e adquiridas até o 31 de Dezembro de 2017

Veja abaixo as especificações técnicas básicas do TripleSat
  • Resolução espacial: 80 centímetros (alta resolução)
  • Bandas: R (Vermelho), G (Verde), B (Azul) e IR (infravermelho próximo)
  • Faixa de imageamento: 3 km para imagens de acervo e 5 km para imagens de programação (novas coletas)
  • Estereoscopia: Sim
  • Área mínima de aquisição: 25 Km² (2.500 Hectares) para imagens de acervo e 100 Km² (10.000 Hectares) para imagens de programação
  • Descontos: 20% no preço de tabela para imagens de programação e 40% no preço de tabela para imagens de acervo

 

Acervo de Imagens de satélite TripleSat

Composição colorida e falsa-cor no Rio Ivaí nos municípios de Julio de Castilhos e Boa Vista do Incra – Rio Grande do Sul

 

Entre em contato conosco através do telefone (31) 3071-7080, do WhatsApp (31) 9 8272-8729 ou através do
e-mail contato@tecterra.com.br para enviarmos uma amostra de uma imagem de satélite TripleSat e verificarmos a disponibilidade de imagens da sua área de interesse.

TecTerra se torna revenda autorizada das soluções RESTEC

TecTerra se torna revenda autorizada das soluções RESTEC

A TecTerra Geotecnologias se torna revenda autorizada da operadora japonesa RESTEC e comercializará as imagens dos sensores PRISM, PALSAR 2 (Radar/SAR) e dos produtos e soluções AW3D.

A RESTEC (Remote Sensing Technology Center of Japan)  foi criada em Agosto de 1975 pela JAXA (Japan Aerospace Exploration Agency) e fornece dados de Sensoriamento Remoto por imagens de satélite e dados geoespaciais em geral. Os dados que serão comercializados pela TecTerra são o AW3D (dados geoespaciais), PALSAR-2 (sensor RADAR/SAR do satélite ALOS-2) e PRISM (sensor do satélite ALOS).

AW3D

Os produtos e soluções AW3D consistem em uma série de dados geoespaciais gerados a partir de imagens de satélite. A partir disto geram-se simulações em ambiente 2D e 3D, Modelos Digitais de Elevação (MDE), Modelo Digital de Superfície (MDS), Modelo Digital de Terreno (MDT), planialtimetria de construções e edificações, etc.

Abaixo os produtos e soluções AW3D disponíveis no Brasil
  • AW3D Standard
  • AW3D Enhanced
  • AW3D Building
  • AW3D Telecom
  • AW3D Airport

AW3D

MDT e MDS AW3D

Modelo Digital de Superfície (MDS) e Modelo Digital de Terreno (MDT) AW3D Standard

Os Modelos Digitais de Elevação (MDE) AW3D Standard não precisam de Pontos de Controle (GCP’s) para terem alta precisão e acurácia garantidos pela RESTEC e estão disponíveis para praticamente toda a superfície terrestre.

AW3D Standard

Área de cobertura do AW3D Standard

PALSAR-2

O sensor PALSAR-2 (Phased Array type L-band Synthetic Aperture Radar) está a bordo do satélite ALOS-2 (Advanced Land Observing Satellite) com acervo existente desde o segundo semestre de 2014. Ele constitui em um Radar/SAR (banda – L) para diversas aplicações com diferentes especificações técnicas sobretudo na resolução espacial que varia de 1 metro até 100 metros e o tamanho das cenas de 25 km a 490 km.

Palm Islands em Dubai

PRISM

O sensor PRISM (Panchromatic Remote-sensing Instrument for Stereo Mapping) estava a bordo do satélite ALOS (Advanced Land Observing Satellite) sendo lançado em Janeiro de 2006 e teve sua missão descontinuada em Maio de 2011.  Desta maneira ele possui um rico acervo de imagens de satélite e seus dados são indicados para análises históricas e multitemporais. Suas imagens são pancromáticas com 2,5 metros de resolução espacial e com a possibilidade no modo “triplet”, a partir de estereoscopia, de gerar Modelos Digitais de Elevação (MDE).

 

ALOS PRISM

Imagem de satélite ALOS sensor PRISM de 2010. Paragominas – PA

 

Para obter mais informações sobre os diferentes produtos da RESTEC, entre em contato conosco através do e-mail contato@tecterra.com.br ou pelo telefone (31) 3071-7080.

Estados e DF iniciam análise do Cadastro Ambiental Rural

Estados e DF iniciam análise do Cadastro Ambiental Rural

Nove estados e o Distrito Federal já estão prontos para iniciar a análise dos mais de 4,7 milhões de informações do Cadastro Ambiental Rural recebidos por meio do Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (Sicar). Os estados AM, AC, CE, GO, PA, PR, RJ e RO e o Distrito Federal receberam a chamada implantação assistida do Módulo de Análise, que consiste na capacitação do corpo técnico dos órgãos competentes e na instalação do sistema que automatiza parte do processo. A expectativa é que até o final do ano todos os estados que utilizam o Sicar já estejam operando a ferramenta.

O Módulo de Análise, desenvolvido pelo Serviço Florestal Brasileiro em parceria com a Universidade Federal de Lavras, visa dar celeridade e segurança para a análise dos cadastros recebidos. Por meio de filtros automáticos, o módulo detecta inconsistências como sobreposições com outros imóveis rurais, com unidades de conservação e terras indígenas, além de identificar áreas embargadas pelo Ibama.

Os cadastros que tiverem inconsistências receberão uma notificação por meio da Central do Proprietário/Possuidor e poderão corrigir ou justificar a pendência detectada.

Geoprocessamento

Instituído pelo Código Florestal (Lei 12.651/2012), o Cadastro Ambiental Rural é declaratório e reúne as informações ambientais dos imóveis como o perímetro, as áreas produtivas, as reservas legais e as áreas de preservação permanentes, tais como áreas no entorno de nascentes, margens de rios e áreas com declive.

As informações recebidas são analisadas pelos órgãos ambientais estaduais, que, por meio de geoprocessamento e vistorias de campo, devem detectar se as informações declaradas estão corretas e computar se há excedente de vegetação ou áreas a serem recuperadas. No caso de excedente de vegetação o imóvel estará habilitado a acessar o mercado das Cotas de Reserva Ambiental (CRA) e, no caso de déficit, deverá recuperar as áreas por meio dos Programas de Regularização Ambiental (PRA).

O Cadastro Ambiental Rural no DF

Durante a semana passada, o corpo técnico do Instituto Ambiental de Brasília (Ibram), responsável pela gestão do Cadastro Ambiental Rural no Distrito Federal, participou de capacitação de três dias promovida pelo Serviço Florestal Brasileiro, em parceria com a Universidade Federal de Lavras e o Fundo Nacional do Meio Ambiente. Durante o curso, os técnicos aprenderam a operar as ferramentas que otimizam e padronizam a análise dos cadastros.

De acordo com o coordenador de Flora do Ibram, Alisson Neves, o Distrito Federal já possui capacidade e infraestrutura para começar a análise dos cerca de 12 mil imóveis rurais recebidos.

“Essas ferramentas tecnológicas que estão sendo oferecidas são fundamentais para que a gente consiga alcançar o objetivo do cadastro que é consolidar as áreas protegidas dos imóveis rurais e, no caso de déficit de vegetação, levar o produtor rural para a sua regularidade ambiental“, afirmou.

Prazos

O prazo final para fazer o Cadastro Ambiental Rural vai até 31 de maio de 2018. Os imóveis rurais que não fizerem o cadastro dentro do prazo deixarão de ter acesso aos Programas de Regularização Ambiental (PRA) e outros benefícios previstos no Código Florestal. A partir da data, o recibo do CAR também será obrigatório para os produtores rurais que precisarem acessar a crédito agrícola.

Veja os números do CAR desde a sua criação por regiões e estados no site http://www.florestal.gov.br/numeros-do-car

A TecTerra Geotecnologias realiza serviços de preenchimento do CAR. Entre em contato conosco através do telefone (31) 3071-7080, do WhatsApp (31) 9 8272-8729 ou pelo email contato@tecterra.com.br para enviarmos uma cotação.

INPE lança o TerraMA2Q voltado para análise e alerta de queimadas

INPE lança o TerraMA2Q voltado para análise e alerta de queimadas

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) apresenta a técnicos e gestores ambientais de todo o Brasil o TerraMA2Q, uma nova ferramenta para análise e alerta de queimadas. A inovação está na plataforma computacional que permite a cada usuário “programar” o sistema de acordo com suas necessidades, melhorando o combate aos incêndios florestais.

Uma das maiores ameaças ambientais do planeta, as queimadas descontroladas afetam o clima, provocam a erosão do solo, causam mortes e a extinção de espécies, entre outras graves consequências.

No Brasil, em 2017, já foram registradas pelo INPE duas mil detecções a mais do que em 2004, quando os satélites captaram 270.295 focos – recorde de uma série de dados orbitais iniciada em 1998. E os números continuam a subir;

A detecção sistemática de focos de calor realizada pelo INPE é pioneira e a mais completa desenvolvida no mundo. “Desde a década de 1980 são aprimoradas as tecnologias para o monitoramento de queimadas por meio de imagens de satélites, que é particularmente útil em regiões remotas sem meios intensivos de acompanhamento, condição que representa a situação geral do Brasil”, diz Alberto Setzer, coordenador do Programa Queimadas do INPE.

O TerraMA2Q leva a tecnologia para mais perto do combate ao fogo. “Esta nova plataforma permitirá regionalizar a tomada de decisão em salas de situações e comitês estaduais que terão autonomia para criar seus próprios modelos de análise, com base na experiência do INPE”, diz Eymar Lopes, coordenador do TerraMA2Q.

TerraMA²

O TerraMA2Q é baseado na plataforma computacional TerraMA², criada pelo INPE para construção de sistemas de monitoramento, análise e alerta de riscos ambientais, que vem sendo aperfeiçoada desde 2006 e serve para diferentes aplicações – desde qualidade do ar e da água, incêndios, enchentes e estiagens, até a gasodutos, barragens de rejeitos em área de mineração, movimentos de massa do tipo escorregamentos e corridas de lama, entre outras.

O que mudou na quarta geração da plataforma TerraMA² foi toda a base tecnológica”, explica o coordenador do projeto. “Novas tecnologias de desenvolvimento de softwares foram utilizadas de modo que as interfaces com o usuário estão apresentadas em aplicações web, podendo ser acessadas, configuradas e manipuladas de qualquer ponto da internet”, completa Lopes.

O TerraMA2Q foi desenvolvido no âmbito do “Programa Cerrado”, uma iniciativa de cooperação entre o Brasil e o Reino Unido, por meio do Departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais (DEFRA), com apoio do Banco Mundial.

Coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e gerenciado pela Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais (Funcate), o programa busca contribuir para a mitigação da mudança do clima e para a melhoria da gestão de recursos naturais no bioma Cerrado.

Os resultados desse projeto subsidiarão gestores em secretarias de meio ambiente, defesa civil, brigadas de incêndios, entre outras instituições que monitoram a ocorrência de fogo no Brasil, ao desenvolvimento de sistemas de coleta, análise e alerta, integrando as equipes de campo com a sala de situação.

Avanços com o TerraMA2Q

A nova geração da plataforma TerraMA² foi totalmente reestruturada para ficar mais amigável, ágil, flexível e compatível com padrões internacionais de geoprocessamento (Open Geospatial Consortium – OGC). Os principais avanços são:

  • Armazenamento e acesso a dados geoespaciais nos padrões OGC SFS – SimpleFeature Access e serviços web como WMS (Web Map Service), WCS (Web Coverage Service) e WFS (Web Feature Service);
  • Capacidade para trabalhar com bases de dados distribuídas, tanto para dados estáticos quanto dinâmicos;
  • Suporte a diferentes arquiteturas para armazenamento dos dados: arquivos vetoriais, arquivos matriciais, servidores de bancos de dados e serviços web;
  • Execução de serviços locais ou remotos em diferentes máquinas;
  • Administração de usuários e gerencia de projetos por interface WEB;
  • Novo visualizador WEB de monitoramento;
  • Análise por scripts na linguagem de programação Phyton, com novos operadores geográficos sobre dados ambientais.
Veja mais informações sobre o TerraMA2Q em:

http://www.inpe.br/queimadas
http://www.inpe.br/queimadas/terrama2q

Fonte: INPE

Lançados mais dois satélites da constelação SuperView-1

Lançados mais dois satélites da constelação SuperView-1

Ocorreu com sucesso o lançamento de mais dois satélites da constelação SuperView-1. Os satélites de Observação da Terra foram lançados na China da base de Taiyuan, província de Shanxi, no dia 09/01/2018 às 11:26 hora local.

Veja o lançamento no vídeo abaixo

A TecTerra Geotecnologias é revenda autorizada da Space View operadora chinesa das imagens de satélite SuperView-1. A Space View tem diversas soluções geoespaciais e de fornecimento de imagens de satélites de Observação da Terra. Os setores de aplicação das informações e serviços são no planejamento territorial e ambiental, energia, defesa e inteligência, mineração, obras de engenharia, silvicultura, agricultura, etc.

A constelação SuperView-1

Desta maneira a constelação SuperView-1 compreenderá quatro satélites orbitando na altitude de 520 km. Atualmente dois satélites lançados no final do ano de 2016 estão ativos e após testes e calibrações os outros dois também coletarão imagens de alta resolução espacial o que possibilitará a comercialização de suas informações. Até o final do ano de 2022 a constelação estará completa e terá 16 satélites ópticos capazes de adquirir imagens de alta resolução.

SuperView-1

SuperView-1

Abaixo suas especificações técnicas básicas
  • Bandas: R (red) G (green) B (blue) e IR (infra-vermelho)
  • Resolução espacial: 50 centímetros
  • Largura da faixa de imageamento (swath): 12 km
  • Área mínima para aquisição: Acervo de 25 Km² (2.500 Hectares) e programação 100 Km² (10.000 Hectares)

Veja mais detalhes e especificações técnicas sobre o SuperView-1 em nosso site.

Imagem de satélite SuperView-1

Imagem de satélite do Qatar

Os outros satélites de Observação da Terra da operadora Space View são o GaoFen-1 (GF-1)GaoFen-2 (GF-2)ZiYuan-3 (ZY-3) e Huanjing-1A&B (HJ-1A&1B) e também comercializados pela TecTerra Geotecnologias.

Entre em contato conosco através do telefone (31) 3071-7080, do WhatsApp (31) 9 8272-8729 ou pelo email contato@tecterra.com.br para enviarmos uma amostra e verificarmos a disponibilidade de imagens de satélite da sua área de interesse.

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