RESTEC lança promoção para o AW3D e imagens de Radar/SAR do PALSAR-2

RESTEC lança promoção para o AW3D e imagens de Radar/SAR do PALSAR-2

A operadora japonesa RESTEC lançou uma promoção para aquisição de produtos de topografia por satélite AW3D e imagens de Radar/SAR do PALSAR-2. O que motivou a RESTEC a lançar esta promoção foi o de oferecer de produtos e serviços que possam ser adquiridos no período de pandemia e isolamento social, portanto com restrições ou sem a necessidade de trabalhos de campo.

aw3d RESTEC

PALSAR-2

As imagens de radar do sensor PALSAR-2 (Phased Array type L-band Synthetic Aperture Radar 2) se constitui em um Radar/SAR (banda – L) que está a bordo do satélite  ALOS 2 (Advanced Land Observing Satellite 2). A obtenção de imagens de radar independem das condições meteorológicas como em localidades com grande presença de nuvens e névoas.

Produtos disponíveis
  • SpotLight (SPT): Spotlight mode
  • Resolução espacial: 1m ou 3m
  • Swath: 25km

 

  • StripMap (SM): Alta resolução espacial
  • Resoluções espaciais: 3m, 6m, e 10m
  • Swath: 50km ou 70km

Os pedidos devem ser realizados até o dia 25 de dezembro de 2020.

Descontos de até 50% do preço de tabela somente para instituições de ensino e pesquisa.

Palm Islands em Dubai - Emirados Árabes Unidos

Palm Islands em Dubai – Emirados Árabes Unidos

AW3D

O AW3D compõem produtos e soluções de Modelos Digitais de Elevação (MDE), sejam Modelos Digitais de Superfície (MDS) e Modelos Digitais de Terreno (MDT) gerados através de topografia por satélite. Essas tecnologias são conhecidas no mercado pela grande precisão e acurácia, facilidade na aquisição, vasto acervo, aplicações em diversos mercados e por ser uma tecnologia de baixo custo financeiro sem a necessidade de trabalhos de campo para coletas de Pontos de Controle (GCP’s).

Produtos disponíveis
AW3D Standard
  • MDT: 2,5m de resolução espacial
  • Curvas de nível: 10m
  • Imagens de satélite ortorretificadas: 50cm de resolução espacial
AW3D Enhanced
  • MDT: 1m de resolução espacial
  • Curvas de nível: 1m
  • Imagens de satélite ortorretificadas: 50cm de resolução espacial

Os pedidos devem ser realizados até o dia 30 de novembro de 2020

AW3D Enhanced – Congonhas – MG

 

Entre em contato com a equipe comercial da TecTerra através do telefone (31) 3071-7080, do WhatsApp (31) 9 8272-8729 ou pelo e-mail contato@tecterra.com.br para obter mais informações  sobre as condições comerciais da promoção.

 

Texto de: Lucas A. Camargos – Diretor Técnico da TecTerra Geotecnologias – lucas.camargos@tecterra.com.br

TecTerra assina contrato com a AxelSpace para distribuição de imagens de satélite em Plataforma WEB

TecTerra assina contrato com a AxelSpace para distribuição de imagens de satélite em Plataforma WEB

No mês de setembro de 2020 a TecTerra assinou contrato com a startup japonesa AxelSpace para a distribuição de soluções em sensoriamento remoto a partir da constelação de satélites GRUS. O GRUS é um microssatélite de observação da terra com câmera acoplada capaz de adquirir imagens com 2,5 m de resolução espacial. O primeiro satélite foi lançado em 2018 e outros 4 serão lançados ainda em 2020. A intenção da AxelSpace é ter a constelação de 20 satélites em órbita até 2022.

O GRUS captura imagens no espectro pancromático (escala de cinza)  com 2,5 m de resolução espacial. Ainda fornece imagens de satélite multiespectrais (coloridas) nas  bandas azul, verde, vermelho, vermelho limítrofe – RedEdge (útil para análise de vegetação) e infravermelho próximo. Apesar de ser um microssatélite, ele utiliza o que há de mais moderno em tecnologia óptica e de sensores para fornecer imagens com mais de 57 km de largura, permitindo uma cobertura altamente eficiente da superfície terrestre.

Especificações técnicas básicas do GRUS
  • Lançamento: GRUS-1A em dezembro de 2018 e mais 4 satélites idênticos em outubro de 2020
  • Órbita: Héliosíncrona com altitude de 600km
  • Resolução espacial: 2,5 metros no modo pansharpened
  • Bandas: Vermelho, verde, azul, infravermelho próximo e RedEdge (vermelho limítrofe)
  • Swath (faixa de imagemamento): 57 km +
  • Bits: 12 bits
  • Comercialização: Plataforma WEB
  • Aquisição: acervo e programação (nova coleta)

A constelação de satélites GRUS atualizará as imagens da Terra diariamente, permitindo usos para monitoramento e análises históricas para os setores da agricultura, silvicultura, pesca, mapeamentos diversos, GIS e monitoramento de desastres.

NDVI em cultivos agrícola - Brasília, DF

NDVI em cultivos agrícola – Brasília, DF

Diferenciais da AxelSpace: Plataforma WEB e banda RedEdge (vermelho limítrofe)

Além da inovação na esfera da engenharia aeroespacial, a AxelSpace  apresenta o sistema AxelGlobe que permite o acesso em nuvem ao banco de imagens, utilizando-se um navegador comum para a visualização de todas as imagens da área de interesse a ser mapeada.

Outro diferencial, o GRUS fornece a banda RedEdge (vermelho limítrofe) que se aplica muito bem para estudos de vegetação no que diz respeito à análise de clorofila e estresse hídrico, para fins de planejamento de irrigação e melhoria da qualidade de plantio.

A partir de então a TecTerra passa a ser uma das maiores provedoras de dados de sensoriamento remoto orbital no Brasil e incorpora em seu portfólio soluções diversas para análise espaciais e monitoramentos em curto espaço de tempo.

A AxelSpace estará junto com a TecTerra em um painel no Congresso da Agência Espacial Brasileira (AEB) a ser realizado concomitantemente à RM Vale TI 2020.

Para saber mais sobre as aplicações das soluções da AxelSpace e do GRUS e condições comerciais entre em contato com a nossa equipe comercial pelos telefones ou WhatsApp’s (31) 9 8272-8729, (31) 9 9817-5638, (31) 3071-7080 ou pelo e-mail contato@tecterra.com.br.

Texto de Christian Vitorino – Diretor de Novos Negócios da TecTerra Geotecnologias – christian.vitorino@tecterra.com.br

Topografia com drones e vants: Como esses levantamentos podem ser corretos metodologicamente?

Topografia com drones e vants: Como esses levantamentos podem ser corretos metodologicamente?

É notável a movimentação causada pela introdução das tecnologias de aerolevantamento não tripuladas (UAV), como drones e vants no mercado de topografia e geotecnologias. Com um leque maior de metodologias surgem novas expectativas e incertezas sobre como utilizar as tecnologias de observação da terra nos serviços de mapeamento.

Todas as metodologias têm vantagens e desvantagens, adequações e inadequações, possibilidades e impossibilidades, ameaças e oportunidades. Os trabalhos com drones e vants, assim como as imagens de satélite e aerolevantamento tripulado são alternativas que devem ser consideradas. Nesse cenário é importante entender como utilizar cada tecnologia de forma adequada e as metodologias podem ser aplicadas conforme demanda de forma exclusiva ou complementar. A metodologia a ser aplicada deve considerar variáveis técnicas, comerciais, financeiras e econômicas de cada projeto. Uma das variáveis para definir a metodologia a ser aplicada é o tamanho, nível de detalhas e a feição da área a ser trabalhada.

topografia

Alturas das tecnologias de aquisição de dados de sensoriamento remoto. Fonte: MapScaping @byMapScaping

Levantamentos planialtimétricos

Para o levantamento planimétricos apenas, em projetos pontuais ou com áreas de até 1.000 Ha, drone pode ser tecnologia mais eficiente. Para projetos zonais em áreas maiores, em resolução (GSD) de até 30 cm, os produtos de imagens de satélite ganham em produtividade e custo/benefício. Já para projetos lineares ou em áreas maiores em escala maior que que 1:1.000, o aerolevantamento tripulado é a tecnologia adequada.

Para levantamentos altimétricos, ao considerar a geração Modelos Digitais de Superfície (MDS) e Modelos Digitais de Terreno (MDT), podem ser gerados com maior nível de precisão com aerolevantamento tripulado ou não tripulado (UAV), no último caso desde que equipado com laser, como por exemplo, o LiDAR. Com a aplicação de filtros as imagens de satélite têm produtos que geram MDT a partir de multivisão ou estereoscopia com excelente custo/benefício para grandes áreas e para aplicações que não demandam o nível de detalhamento alcançado pelo laser.

A estereoscopia gerada a partir de drones óticos é recomendada para projetos de alta periodicidade de mapeamento, pontuais e em locais sem obstáculos ou coberturas no terreno como vegetação e edificações. Existem aplicações em que a estereoscopia por drone ótico é a melhor alternativa como, por exemplo, monitoramento de cava de mina, em que a informação altimétrica é dinâmica e que o MDT coincide com MDS, ou também obras em que existe a necessidade de mapear as benfeitorias.

Porém é preciso eliminar a ideia de que é possível fazer qualquer mapeamento por drone. Tecnologias de estereoscopia por drone, são inadequadas para obtenção de Modelo Digital de Terreno e em áreas em que há cobertura no solo como benfeitorias e vegetação, já que geram apenas Modelos Digitais de Superfície. Em alguns projetos se comete o erro metodológico de se utilizar no processamento, técnica que consiste na generalização da informação no objetivo de se atingir o nível do terreno. Na prática é um falseamento da informação na tentativa gerar Modelo Digital de Terreno, o que é inadequado para qualquer aplicação técnica e que tem valor apenas ilustrativo.

Existem diversas opções de topografia por sensoriamento remoto no mercado com distintas variáveis metodológicas que se adequam as necessidades do cliente, orçamento e nível de detalhes das informações que se deseja obter. Assim com orientações técnicas e comerciais adequadas os usuários e clientes podem obter produtos cartográficos de topografia com boa qualidade e adaptados a cada projeto.

Para saber mais sobre aplicações de topografia entre em contato com a nossa equipe comercial pelo telefone (31) 3071-7080, WhatsApp (31) 9 8272-8729 ou pelo e-mail contato@tecterra.com.br.

Texto de: Lucas Campos – Diretor Comercial da TecTerra Geotecnologias – lucas.campos@tecterra.com.br

Seleção de eBooks e cursos gratuitos de Geociências e Meio Ambiente

Seleção de eBooks e cursos gratuitos de Geociências e Meio Ambiente

No período de isolamento social algumas plataformas, universidades e instituições estão oferecendo materiais de geociências, meio ambiente, geotecnologias, cartografia e SIG. Com o avanço de casos do novo coronavírus no país, vemos cada vez mais a necessidade de ficarmos em casa para evitar contaminação e transmissão do vírus. Com isso, criamos novos hábitos, rotinas, tratativas no dia a dia do trabalho e formas alternativas de manter a saúde física e mental, visto que, atualmente, o universo para muitas pessoas possui somente alguns metros quadrados entre a porta e a varanda.

Buscar conhecimento nesta hora é muito importante para se manter atualizado no mercado, compreender e antever os meandros que a nossa economia vai percorrer, além de ampliar os horizontes culturais (e porque não descobrir uma nova habilidade ou um novo hobby).

A partir disso, muitas instituições de ensino, fundações, empresas privadas, órgãos governamentais e ONGs estão oferecendo uma seleção de e-books, aulas e cursos online nas diversas áreas do conhecimento, gratuitos nessa época tão singular de nossa história. Com isso, fizemos um compilado com links muito interessantes na nossa temática de geociências.

Amazon

A Amazon disponibilizou uma imensa variedade de e-books grátis, inclusive na opção do Kindle Unlimited e com pandemia muito mais títulos se tornaram gratuitos. Abaixo uma lista com livros que tem a temática de Geoprocessamento, SIG, geociências e recursos naturais.

Cidades inteligentes em perspectivas

De: Chiara de Teffé, Sérgio Branco e Victor Vicente

Geoturismo e interpretação ambiental

De: Jasmine Cardozo Moreira

Geografia das telecomunicações

De: Paulo Fernando Jurado da Silva

Revisitando o território fluminense

De: Gláucio José Marafon e Miguel Ângelo Ribeiro

As chuvas e as massas de ar no estado de Mato Grosso do Sul: estudo geográfico com vista à regionalização climática

De: João Afonso Zavattini

Dentre as obras disponíveis para download estão clássicos da literatura brasileira, como: Memórias Póstumas de Brás Cubas, Dom Casmurro. O Cortiço, Macunaíma, Os Sertões e etc. Baixe os livros digitais aqui.

Open Library

A Open Library é uma livraria colaborativa e gratuita , que disponibiliza milhares de e-books gratuitos e possui limite máximo de downloads. Aqui uma seleção com enfoque na área de Geoprocessamento em lista de premiados e-books.

EdUERJ – Editora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro

A Biblioteca da Quarentena é uma iniciativa da EdUERJ que disponibiliza gratuitamente livros em formato digital. Os autores gentilmente abriram mão de seus direitos autorais durante o período da quarentena..

Pesquisa qualitativa em geografia: reflexões teórico-conceituais e aplicadas

Organização: Gláucio José Marafon, Julio Cesar de Lima Ramires, Miguel Ângelo Ribeiro e Vera Lúcia Salazar Pessôa

Plataforma Springer

Apresento também a Plataforma Springer, que oferece acesso gratuito a artigos científicos e livros para pesquisadores nas mais diversas áreas. Abaixo, um livro muito procurado para quem deseja trabalhar com desenvolvimento em ArcGIS.

ArcGIS for Environmental and Water Issues 

De: William Bajjali

Aulas Online de instituições de universidades

Você pode também assistir aulas online e fazer cursos com os temas de geoprocessamento, geociências, meio ambiente e sensoriamento remoto em instituições como:

  • USP  

Videoaulas de Geoprocessamento, Sensoriamento Remoto e Cartografia

  • UNESP

Políticas e Práticas de Segurança de Barragens para Entidades Fiscalizadoras

  • ONU

Curso online introdutório sobre mudança climática

  • Instituto Brasileiro de Sustentabilidade (INBS)

Curso EAD Gratuito de Introdução ao Licenciamento Ambiental 

  • Geo Sem Fronteiras

Cadastro Ambiental Rural (CAR): Fundamentos do CAR e Suas Aplicações

Eventos online ministrados pela TecTerra

A TecTerra Geotecnologias disponibiliza eventos online para atualização profissional em período de Home Office. São cursos, seminários, palestras e workshops online para aprimoramento profissional elaborados pela equipe TecTerra. Veja aqui a relação de eventos.

Texto de: André Luck – Diretor de Negócio da TecTerra Geotecnologias – Unidade São José dos Campos – SP  andre.luck@tecterra.com.br

Para saber mais sobre aplicações de geotecnologias entre em contato com a nossa equipe comercial pelos telefones ou WhatsApp’s (31) 9 8272-8729, (11) 9 7576-9123 e (31) 9 9817-5638 ou pelo e-mail contato@tecterra.com.br.

 

Sensoriamento remoto é usado para comprovar perdas agrícolas

Sensoriamento remoto é usado para comprovar perdas agrícolas

Os produtores rurais e os agentes do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) vão poder usar ferramentas digitais e de sensoriamento remoto para a comunicação e a comprovação das perdas agrícolas, além das análises e julgamento dos pedidos de cobertura.

A Resolução nº 4.796, publicada pelo Banco Central na última quinta-feira (2/4), define a adoção da medida de forma temporária pelo Conselho Monetário Nacional, devido às restrições de mobilidade impostas em razão da Covid-19 que dificultam a comprovação presencial normalmente realizada pelos técnicos do governo.

Aplicações do SATVeg 

O Sistema de Análise Temporal da Vegetação (SATVeg), desenvolvido pela Embrapa, poderá ser consultado para verificação das perdas agrícolas do Proagro.

A tecnologia permite a observação de séries temporais de índices de vegetação por meio de imagens de satélite MODIS, oferecendo apoio a atividades de monitoramento agrícola e ambiental em toda a América do Sul.

O sistema auxilia em análises relativas ao uso e cobertura da terra, possibilitando observar a frequência com que as áreas agrícolas do País sofrem alterações. Com ele, pode-se identificar o que é uma cultura anual, pasto ou mata, por exemplo, além de acompanhar o ciclo de uma cultura agrícola e sua intensificação.

Será permitida ainda consulta a informações disponibilizadas no Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro) do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), além de laudos, comunicados ou documentos semelhantes emitidos pelas empresas de assistência técnica e extensão rural regionais (Ematers).

As ferramentas públicas devem ser capazes de aferir, com segurança, as informações necessárias à efetiva mensuração das perdas agrícolas decorrentes de evento adverso, além das informações de produtividade divulgadas pelos órgãos estaduais de assistência técnica e extensão rural, de acordo com a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul.

“O SATVeg foi criado para facilitar análises sobre a dinâmica da vegetação e tem o potencial de auxiliar no acompanhamento do desenvolvimento vegetativo das culturas, podendo ser bastante útil para a verificação das informações fornecidas pelo setor produtivo” conta o pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária, Júlio Esquerdo

A ferramenta mostra a variação da vegetação ao longo do tempo; por isso, é excelente para monitorar a produção e, inclusive, acompanhar as perdas agrícolas. Com ela é possível apoiar a identificação de áreas desmatadas, de regeneração e áreas agrícolas, entre outras.

No caso da soja, por exemplo, em um ano no qual haja um comportamento anormal, em que a cultura não se desenvolveu muito em função de estiagens ou veranicos, isso pode ser verificado por meio dos perfis espectro-temporais observados nas curvas dos índices de vegetação das imagens de satélite.

“E pode-se associar essa situação a certas condições como menor produtividade, perda da safra etc.”  explica o pesquisador Alexandre Coutinho, também da Embrapa Informática Agropecuária João Antunes, um dos desenvolvedores da tecnologia que integra a equipe da Embrapa Informática Agropecuária , complementa:

“Essa ferramenta tem um potencial de aplicação muito grande no acompanhamento do ciclo fenológico das culturas agrícolas. A adoção do SATVeg pelo Banco Central para comunicação de perdas do Proagro pode acelerar a parceria com a Embrapa no sentido de evoluir a ferramenta mais rapidamente, a partir de novos sensores e plataformas”

Imagens de satélite de alta resolução espacial

Uma das linhas de desenvolvimento é usar imagens com melhor resolução espacial, para monitorar talhões e áreas produtivas menores, mais características das regiões Sul e Sudeste do País. Hoje o sistema usa imagens obtidas pelo sensor MODIS, a bordo dos satélites Terra e Aqua, com resolução espacial de 250 metros, que são ideais para monitorar grandes áreas agrícolas, por exemplo. As tecnologias de monitoramento e de sensoriamento remoto e da área de tecnologia da informação são muito dinâmicas. O desenvolvimento de sensores, o lançamento de novos satélites e as imagens obtidas por vants, os veículos aéreos não tripulados, podem ser aproveitados para aperfeiçoar a ferramenta, na visão dos pesquisadores.

Com relação à produtividade, saber qual a porcentagem de perdas agrícolas depende de modelos matemáticos que façam essa estimativa.

“Para isso, precisamos de uma quantidade enorme de dados para analisar as variações das curvas de produtividade” afirma Coutinho

Uma das frentes de pesquisa para aperfeiçoamento da tecnologia é integrar as perdas agrícolas informadas pelos produtores e as curvas geradas pelo sistema, permitindo monitorar as safras com mais precisão.

“As tecnologias digitais são ferramentas imprescindíveis, especialmente no momento atual, para facilitar a tomada de decisão, tanto pelos gestores públicos como por produtores rurais. A Embrapa tem se preparado cada vez mais para atender a essas demandas e vem investindo em pesquisas na área de tecnologia da informação e comunicação para levar soluções tecnológicas ao setor agropecuário” destaca a chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária, Silvia Massruhá

Fonte: MundoGeo

Para saber mais sobre aplicações de geotecnologias para perdas de safras, agronegócio e silvicultura, acesse  https://tecterra.com.br/agronegocio/, https://tecterra.com.br/silvicultura/ ou entre em contato com a nossa equipe: 31 3071-7080 | (11) 9 7576-9123 | (31) 9 9817-5638 ou contato@tecterra.com.br.

Divulgadas primeiras imagens do satélite CBERS 04A

Divulgadas primeiras imagens do satélite CBERS 04A

A recepção no Brasil das primeiras imagens do satélite CBERS 04A ocorreu em 27 de dezembro de 2019. Após uma semana de testes com todos os subsistemas do satélite e de uma sequência de manobras para coloca-lo em sua órbita nominal, as três câmeras do CBERS 04A foram ligadas sobre o Brasil por 11 minutos, de 10h56 a 11h07, horário local de Brasília. A estação terrena do INPE em Cuiabá, MT, recebeu e gravou os dados brutos das câmeras WPM, MUX e WFI, que foram processados em São José dos Campos, SP.

CBERS 04A

As figuras a seguir mostram três exemplos, com imagens sobre o Brasil, das câmeras do satélite.

CBERS 04A

Imagem WFI – Composição em cores reais, 55 m de resolução espacial, recorte de 330 km por 200 km (Cuiabá, MT, abaixo à esquerda; Reservatório do Manso acima no centro).

 

CBERS 04A

Imagem MUX – Composição em cores reais, 16 m de resolução espacial, recorte de 30 km por 20 km (cidades de Jardim e Guia Lopes da Laguna, MS).

 

CBERS 04A

Imagem WPM – Banda pancromática, 2 m de resolução espacial, recorte de 5 km por 3 km (cidade de Primavera do Leste, MT).

A seguir vemos exemplos das primeiras imagens recebidas em território chinês. A imagem logo a seguir é da câmera WPM, onde foi feita uma fusão entre a banda pancromática e as bandas multiespectrais, que lhe conferem o colorido.

CBERS04A

Imagem WPM – Composição em cores reais, banda pancromática (2 m) mais as bandas multiespectrais (8 m), recorte de 2 km por 2 km (LhaSa, província do Tibete).

 

Imagens de satélite

Imagem MUX – Composição em cores reais, resolução espacial de 16 m, recorte de 20 km por 11 km (região de Aksu, província de Xinjiang).

 

Imagem de satélite

Imagem WFI – Composição em cores reais, resolução espacial de 55 m, recorte de 620 km por 180 km (Lago Qinghai, província de Qinghai).

A partir de agora inicia-se a fase de comissionamento do CBERS 04A, com duração prevista de aproximadamente três meses. Durante essa fase serão avaliadas a qualidade radiométrica e geométrica das imagens das três câmeras. Todos os ajustes necessários, tanto no software de processamento quanto nos parâmetros de configuração de cada câmera, serão feitos nesse período com o objetivo de gerar produtos de imagens com a melhor qualidade possível. Essa fase se encerrará com uma discussão técnica para aprovação do relatório final do comissionamento por uma equipe de especialistas. O satélite CBERS 04A será então declarado operacional.

Fonte: INPE

E para mais informações sobre imagens de satélite, aquisição de imagens de satélite, imagem de satélite atualizada e mais, entre em contato com a TecTerra: contato@tecterra.com.br | 31 3071-7080.

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