Lançado o satélite de Observação da Terra GaoFen-11 (GF-11)

Lançado o satélite de Observação da Terra GaoFen-11 (GF-11)

Foi lançado com sucesso o GaoFen-11 (GF-11) mais um satélite de Observação da Terra chinês. Ele foi lançado na China da base de Taiyuan, província de Shanxi, no dia 31/07/2018 às 03:00 UTC (11:00 hora de Beijing) por meio do veículo lançador de satélites Long March-4B.

Veja o lançamento do GaoFen-11 no vídeo abaixo

 

O GaoFen-11 (GF-11) terá aplicações no planejamento urbano, topografia, auxílio em projetos infraestrutura, obras de engenharia, monitoramento de modificações ocorridas na paisagem dentre outras. Seus dados e informações serão utilizados para auxiliar o Belt and Road Initiative (BRI) um projeto governamental chinês que objetiva conectar a China com a o restante dos continentes da Ásia, África e Europa. Isto abrangerá aproximadamente 4,8 bilhões de pessoas residentes em 70 países por meio de uma extensa rede de vias marítimas e ligações terrestres.

Mais detalhes e especificações técnicas do GaoFen-11 (GF-11) serão divulgadas em breve.

Mais um lançamento de satélites de Observação da Terra chineses em 2018

No mês de Janeiro foram lançados dois satélites da constelação SuperView-1. O SuperView-1 possui 50 centímetros de resolução espacial nas bandas RGB e IR e compreende no total de 4 satélites idênticos entre si. Até o final do ano de 2022 a constelação estará completa e terá 16 satélites capazes de adquirir imagens de alta resolução espacial.

Em março de 2018 foram lançados três satélites da constelação GaoFen-1 (GF-1). Assim a constelação compreenderá quatro satélites capazes de obter imagens de média resolução espacial com diferentes especificações técnicas.

No mês de Maio foi lançado o GaoFen-5 (GF-5) que possui sensores hiperespectrais voltados para aplicações de uso e ocupação do solo, poluição do ar e estudos ambientais.

Em Junho foi lançado o GaoFen-6 (GF-6) que possui as especificações técnicas são similares ao GaoFen-1 (GF-1). O que o diferencia são os novos sensores tecnologicamente mais avançados com área de imageamento maior (swath). Neste mesmo lançamento também foi lançado o satélite experimental Luojia-1 que consiste em um CubeSat.

Os outros satélites de Observação da Terra da operadora Space View são o SuperView-1GaoFen-1 (GF-1)GaoFen-2 (GF-2)ZiYuan-3 (ZY-3), Huanjing-1A&B (HJ-1A&1B) e também comercializados pela TecTerra Geotecnologias.

Entre em contato com a equiper comercial da TecTerra através do telefone (31) 3071-7080, do WhatsApp (31) 9 8272-8729 ou pelo email contato@tecterra.com.br para enviarmos uma amostra e verificarmos a disponibilidade de imagens de satélites da operadora Space View e de outras que trabalhamos.

Como a diversidade de imagens de satélite pode ajudar na gestão territorial

Como a diversidade de imagens de satélite pode ajudar na gestão territorial

Por Christian Vitorino *

Este texto também foi publicado no portal do Instituto GeoEduc

Por dentro do Sensoriamento Remoto

O sensoriamento remoto é um conjunto de técnicas destinadas à aquisição de informações visuais (imagens) sobre objetos na superfície terrestre, sobre os sistemas ambientais e urbanos, sem que haja contato com eles.

As imagens de satélite, produtos do sensoriamento remoto, são extremamente úteis quando da espacialização dos diversos usos do solo e sua relação com os atributos dos meios físicos e bióticos.

Com a popularização de ferramentas de geovisualização, tal como o Google Earth, as imagens de satélite se tornaram referência quando o usuário busca, desde uma simples visualização de uma determinada área ou região, até mesmo análises mais complexas do território.

É importante salientar que as imagens oriundas de satélites em órbitas necessitam de manipulação para se obter uma melhor visualização e, assim, extrair as informações necessárias para os estudos territoriais. Essas manipulações são realizadas em softwares específicos de Processamento Digital de Imagens (PDI).

Em uma análise das condições de um determinado território, esses sistemas de observação da terra expressam fielmente as características temporais e espaciais das dinâmicas de ocupação do território, resultantes do assentamento do homem.

Aplicações na gestão e planejamento

Para aplicações em processos de gestão e planejamento municipal por exemplo, as imagens de satélite podem ser utilizadas para o diagnóstico do território, evidenciando suas principais características, seus pontos fortes e seus desequilíbrios e, desta forma, conhecer o seu potencial paisagístico e compreender seu funcionamento e evolução de uso do solo.

Uma análise temporal da dinâmica territorial de uma cidade com uso de imagens de satélite e técnicas de processamento digital, seja nos aspectos urbanos, seja nas áreas rurais, dará aos analistas a real dimensão desse funcionamento, auxiliando os planejadores na construção de cenários de impactos sócio ambientais dentro dos processos de gestão municipal.

De onde vem estas imagens?

Há hoje no mercado dezenas de opções de satélite de observação da terra que possam contribuir efetivamente para os processos de planejamento e gestão territorial. Satélites que fornecem imagens desde 30 metros até 30 centímetros de resolução espacial permitem análises em diversas escalas para variadas aplicações.

Há opções gratuitas, tais como a série Landsat, o Sentinel-2, a constelação do CBERS (brasileiro em parceria com a China), o Aster dentre outros que podem ser trabalhados em análises de territórios mais extensos e escalas menores. Nas opções de melhores resoluções, temos os satélites comerciais ativos desde 1999, como o Ikonos – com 1 metro de resolução espacial.

Após este período, dezenas de outros satélites de diversas operadoras mundiais surgiram para “povoar” a órbita terrestre e dar mais possibilidades de aplicações para os gestores públicos e o público em geral. Países como Japão, China, Tailândia, Israel, Cazaquistão, França, Estados Unidos, Peru, Espanha, Coreia do Sul, dentre diversos outros outros, lançaram constelações no decorrer dos últimos 15 anos.

Destacam-se satélites como QuickBird, série Kompsat, Pleiades, SPOT, série WorldView, TripleSat, RapidEye e os chineses GaoFen e SuperView-1 (com lançamentos mais recentes), que compõe a gama de mais de 50 opções de sensores e resoluções no mercado de imagens de satélite. Assim, tem-se toda superfície terrestre imageada diversas vezes, permitindo avaliações históricas e recentes.

Como esta diversidade ajuda na gestão territorial?

Essa diversidade, portanto, possibilita a captação de imagens em diferentes resoluções e em diferentes bandas espectrais e em diversas épocas. Isto permite que, tanto as instituições de pesquisa, quanto os setores privados e governamentais tenham uma maior capacidade de realizar análises e gestão territorial em diversas escalas para diversas aplicações no decorrer do tempo.

Há que se fazer menção, também, em questões relacionadas a custos, uma vez que as regras de mercado, como a concorrência de diversas operadoras de satélite e mesmo a disponibilização gratuita de imagens permitem uma maior facilidade de acesso aos produtos de sensoriamento remoto.

Este fato resulta hoje em milhares de estudos e pesquisas ambientais contribuindo efetivamente para o desenvolvimento de políticas públicas direcionadas ao conhecimento maior da superfície terrestre.

Geotecnologias no Planejamento e Gestão Municipal

O Sr. Christian Vitorino elaborou o curso on-line gratuito “Geotecnologias no Planejamento e Gestão Municipal” que está disponível na plataforma do Instituto GeoEduc. O público alvo são; gestores públicos, colaboradores de administrações pública municipais, consultores de meio ambiente, geotecnologias e gestão territorial. O acesso é gratuito com 1 hora de conteúdo e pode ser realizado através do link.

* Christian Vitorino – Sócio e Diretor de Novos Negócios da TecTerra Geotecnologias. Atua no mercado de geotecnologias há mais de 10 anos desenvolvendo negócios relacionados à comercialização de imagens de satélite e soluções em sistemas de informações geográficas.

 

Pesquisa comprova que o CBERS-4 tem a mesma qualidade das imagens Landsat-8

Pesquisa comprova que o CBERS-4 tem a mesma qualidade das imagens Landsat-8

Desde o início da operação do CBERS-4, o Brasil pode contar com imagens de satélite com processamento considerado de “classe mundial”, que podem ser imediatamente utilizadas sem a necessidade de registro com mapas. A geração de imagens ortorretificadas (georreferenciadas e corrigidas para a topografia) colabora para aumentar o uso das imagens do programa de satélites sino-brasileiros CBERS.

Em 2018, a parceria com a China completa 30 anos e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), responsável no Brasil pelo Programa CBERS, aperfeiçoa cada vez mais a qualidade das imagens, que são distribuídas gratuitamente pela internet.

“O INPE está implantando métodos inovadores de correção atmosférica para oferecer ao usuário imagens de refletância da superfície terrestre e não apenas as bandas originais, que incluem o efeito da atmosfera”, informa João Vianei Soares, coordenador do Segmento de Aplicações do Programa CBERS.

As imagens da câmera MUX do CBERS-4, lançado em 2014, são da mesma qualidade das imagens da câmera OLI do Landsat-8, referência mundial no monitoramento da Terra por satélite.

“A câmera MUX do CBERS foi projetada e desenvolvida no Brasil. É comprovadamente um sensor de classe mundial que pode ser usado em conjunto com o que há de melhor na sua classe de resolução e ciclo de revisita. O uso integrado da MUX com a câmera OLI permite capturar o desenvolvimento de culturas agrícolas anuais. Este tipo de aplicação não é possível com satélites de ciclos longos de revisita, como os satélites de alta resolução, que possuem faixa de imageamento muito estreitas”, explica Soares.

Qualidade do CBERS-4 e Landsat-8

Inicialmente testado para a câmera MUX, o algoritmo de correção atmosférica CMPAC (Coupled Moderate Products for Atmospheric Correction) será expandido a outros sensores do satélite sino-brasileiro. O CMPAC foi desenvolvido por Vitor Martins, que concluiu mestrado em Sensoriamento Remoto no INPE e atualmente realiza doutorado nos Estados Unidos, em colaboração com os pesquisadores do  Laboratório de Instrumentação de Sistemas Aquáticos (LabISA/INPE).

O novo método se baseia na coincidência entre passagens do CBERS, do MODIS (sensor a bordo dos satélites Terra e Aqua) e VIIRS (S-NPP).  O MODIS-Terra, principal sensor utilizado no algoritmo, tem ciclo de revisita de 1 a 2 dias e o intervalo entre suas passagens e a do CBERS é de poucos minutos. Isto permite a aplicação dos produtos de moderada resolução desses sensores na caracterização dos constituintes atmosféricos (ozônio, vapor d´água e aerossóis) que interferem na propagação da radiação. Estes parâmetros alimentam os modelos de correção atmosférica e possibilitam a aplicação nas imagens MUX do satélite CBERS-4.

Para validar o método, foram comparadas imagens de refletância da câmera MUX com as do sensor OLI, a bordo do Landsat-8, considerado a referência de qualidade para análises quantitativas.

Segundo Martins, as análises estatísticas foram realizadas para as bandas espectrais comuns que mostraram um coeficiente de correlação superior a 0,9 com desvios relativos máximos da ordem de 10% para as bandas verde, vermelho e infravermelho (comumente usadas em estudos de vegetação).

Em breve, a metodologia será publicada em periódico científico sob o título “Continental-scale surface reflectance product from CBERS-4 MUX data: Assessment of atmospheric correction method using coincident Landsat observations”.

A Figura 1 mostra um exemplo de monitoramento temporal de área agrícola através do NDVI (Índice de Vegetação Normalizado), obtido na combinação das bandas de refletância do vermelho e infravermelho para uma região agrícola do Mato Grosso, em que passagens do Landsat-8 (OLI) e do CBERS-4 (MUX) são utilizadas de forma complementar por fornecerem a mesma variável quantitativa do alvo observado.

Landsat CBERS

Abaixo, na Figura 2, a comparação de imagens de refletância da MUX e da OLI em 9 de agosto de 2015 e seus respectivos histogramas de distribuição relativa. O resultado comprova a qualidade da MUX para análises quantitativas e mostra, ainda, que a câmera brasileira pode ser usada conjuntamente com o sensor OLI para alvos da superfície terrestre que demandam correção atmosférica na conversão das imagens originais para imagens de refletância.

Landsat CBERS

Fonte: INPE

Concessões florestais serão monitoradas por drones

Concessões florestais serão monitoradas por drones

Equipe do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) responsável pelo monitoramento das concessões florestais foi capacitada para usar a tecnologia dos drones no suporte às atividades de monitoramento florestal.

Os servidores do Serviço Florestal Brasileiro responsáveis pelo monitoramento das concessões florestais participaram da capacitação “Uso de Aeronaves Remotamente Pilotadas no Planejamento Florestal”, realizado em Brasília (DF). O curso, que teve carga horária de 40 horas e terminou na sexta-feira passada (25), também capacitou servidores do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

O Serviço Florestal adquiriu recentemente quatro drones multirotores que serão usados para dar suporte às atividades de monitoramento florestal. Concluída a capacitação das equipes e a customização da aplicação para atendimento das necessidades do órgão, os equipamentos serão usados no monitoramento das áreas sob concessão federal, que atualmente somam um milhão de hectares e produzem cerca de 175 mil metros cúbicos de madeira por ano.

A capacitação foi conduzida pelo pesquisador da Embrapa – Acre, Evandro Orfanó Figueiredo, e abordou conceitos como cartografia, fotogrametria digital, aerofotogrametria, elaboração de planos de vôos e processamento dos dados. Durante um dia do treinamento os participantes realizaram uma prática de operação dos drones, que foi realizada no Parque Nacional de Brasília.

Eficiência

Conforme explicou o instrutor do curso, o uso da tecnologia das aeronaves remotamente pilotadas aumenta a qualidade e a precisão, além de diminuir os custos das atividades de monitoramento florestal.

O pesquisador citou como exemplo uma medição-teste que foi realizada na Floresta Nacional (Flona) de Jacundá, onde estavam estocados 25 mil metros cúbicos de madeira em toras. Segundo o pesquisador, se a medição das toras (cubagem) fosse feita por uma equipe de forma manual a atividade demandaria cerca de três semanas de trabalho. No teste, o trabalho foi realizado em 16 minutos de sobrevôo com o drone e mais três horas de processamento das informações coletadas.

“Com o uso desta tecnologia, as atividades que são onerosas em mão-de-obra passam a ser robotizadas. É um ganho de qualidade e de tempo, o que garante de que o trabalho está sendo executado com precisão e com economia nos gastos públicos”, afirmou Orfanó.

Como Funcionam os Drones

Para medir o volume de madeira estocada em um pátio, os drones sobrevoam as pilhas de toras e capturam as informações que posteriormente são processadas por programas especializados e configurados para tal uso.

De acordo com o gerente de Monitoramento, José Humberto Chaves, além da cubagem das toras, o equipamento também será usado no monitoramento do impacto das áreas onde a floresta foi manejada. A tecnologia já será empregada no monitoramento da próxima colheita florestal, que começa no final de maio.

Aplicações Diversas

O diretor de Concessão e Manejo Florestal, Marcus Vinicius Alves, ressaltou que o uso da tecnologia não se resume ao monitoramento das concessões florestais. Segundo ele, os drones também poderão ser usados nas coletas de campo do Inventário Florestal Nacional e também em análises do Cadastro Ambiental Rural, o CAR.

“É uma tecnologia bastante acessível, do ponto de vista do custo e da operação. O manuseio do equipamento é relativamente simples, se compararmos, por exemplo, com o uso de um helicóptero ou com a compra das imagens de satélites. Outra vantagem é a acessibilidade a áreas remotas com segurança e rapidez”, acrescentou o diretor.

Fonte: Ministério do Meio Ambiente (MMA)

Lançado com sucesso o satélite de Observação da Terra GaoFen-6 (GF-6)

Lançado com sucesso o satélite de Observação da Terra GaoFen-6 (GF-6)

Ocorreu com sucesso o lançamento do satélite GaoFen-6 (GF-6). O satélite de Observação da Terra foi lançado da base de Jiuquan, noroeste da China, no dia 02/06/2018 às 12:13 hora local a partir do veículo lançador orbital Long March-2D. Também foi lançado o satélite experimental Luojia-1 que consiste em um CubeSat.

Veja o lançamento no vídeo abaixo

Abaixo suas especificações técnicas básicas

O satélite GaoFen-6 (GF-6) está equipado com dois sensores de diferentes especificações técnicas. Ele possui 1064 kg, estará na órbita de 645 km de altitude e foi planejado para ter uma vida útil de 8 anos. Suas especificações técnicas são similares ao GaoFen-1 (GF-1) mas com sensores tecnologicamente mais avançados e área de imageamento maior (swath). Abaixo as especificações técnicas de cada sensor.

Primeiro sensor
  • Bandas: R (red) G (green) B (blue) e IR (infra-vermelho)
  • Resolução espacial: 2 Metros (Pancromático) e 8 Metros (Multiespectral)
  • Largura da faixa de imageamento (swath): 95 km
Segundo sensor
  • Bandas: R (red) G (green) B (blue) e IR (infra-vermelho)
  • Resolução espacial: 16 Metros (Multiespectral)
  • Largura da faixa de imageamento (swath): 850 km
Observação da Terra Gaofen

GaoFen-6 (GF-6)

Quarto lançamento de satélites chineses de Observação da Terra da operadora Space View em 2018

O GaoFen-6 (GF-6) foi o quarto lançamento de sucesso de satélites vinculados a operadora chinesa Space View.

No mês de Janeiro foram lançados dois satélites da constelação SuperView-1. Eles adquirem imagens com 50 centímetros de resolução espacial, compreendem 4 satélites idênticos entre si e até o final do ano de 2022 a constelação estará completa e terá 16 satélites.

No mês de Março foram lançados mais três satélites da constelação GaoFen-1 (GF-1) que será composta por 4 satélites capazes de adquirir imagens de média resolução espacial com diferentes especificações técnicas.

Em Maio foi lançado o GaoFen-5 (GF-5) Long March 4C que possui sensores hiperespectrais voltados para aplicações de usos do solo, poluição do ar e aspectos ambientais.

Entre em contato conosco através do telefone (31) 3071-7080, do WhatsApp (31) 9 8272-8729 ou pelo email contato@tecterra.com.br para enviarmos uma amostra e verificarmos a disponibilidade de imagens dos diferentes satélites da operadora Space View e de outras que trabalhamos.

SpaceView divulga a cobertura de suas imagens de satélite no Brasil

SpaceView divulga a cobertura de suas imagens de satélite no Brasil

A operadora chinesa SpaceView divulgou a cobertura de imagens de satélite dos sensores GaoFen-2 (GF-2), SuperView-1 e ZiYuan-3 (ZY-3). A TecTerra é revenda autorizada da SpaceView, operadora conhecida pela grande agilidade dos seus satélites na coleta de novas imagens de alta e média resolução e de possuir as melhores condições comerciais do mercado.

GaoFen-2 (GF-2)

O GaoFen-2 (GF-2) foi lançado em 19 de agosto de 2014 e adquire imagens com 80 centímetros de resolução nas bandas Vermelho, Verde, Azul e Infra-Vermelho (RGB e IR). O GaoFen-2 (GF-2) é conhecido por ser o satélite de alta resolução com as melhores condições comerciais do mercado seja para dados de acervo ou programação e agilidade de revisita na aquisição de uma imagem de satélite atualizada.

imagem de satélite atualizada

Estádio Nacional de Beijing (Ninho do Pássaro) na China

O GaoFen-2 (GF-2) coletou até Março de 2018 imagens de aproximadamente 90% do território brasileiro.

imagens de satélite atualizadas

SuperView-1

O SuperView-1 foi lançado no dia 26 de dezembro de 2016 e coleta imagens com 50 centímetros de resolução espacial
nas bandas do Vermelho, Verde, Azul e Infra-Vermelho (RGB e IR). No dia 09 de Janeiro de 2018 foram lançados com sucesso mais dois satélites da constelação SuperView-1. Hoje a constelação compreende quatro satélites orbitando na altitude de 520 km.

Super View-1

Parte do Parque Olímpico de Beijing na China

A constelação SuperView-1 coletou até o início de Abril de 2018 imagens de satélite de aproximadamente 70% do território brasileiro.

imagens de satélite super view

ZiYuan-3 (ZY-3)

ZiYuan-3 (ZY-3) 01 foi lançado em janeiro de 2012 e o 02 em maio de 2016. Assim ele compreende em 2 satélites idênticos entre si que adquirem imagens com de 2,1 metros de resolução nas bandas do Vermelho, Verde, Azul e Infra-Vermelho (RGB e IR). Ele se destaca por ter sido o primeiro satélite civil chinês que obtêm pares estereoscópicos e assim Modelos Digitais de Elevação (MDE) e curvas de nível.

imagem de satélite zy3

Rodovias, áreas urbanas e agriculturáveis na China

A constelação ZiYuan-3 (ZY-3) coletou até de Março de 2018 imagens de aproximadamente 97% do território brasileiro.

imagens de satélite ZY3

A cobertura de imagens representadas nos mapas não considera parâmetros como porcentagem de nuvens e ângulo de aquisição das imagens. Entre em contato conosco através do telefone (31) 3071-7080 ou do e-mail contato@tecterra.com.br para obter uma amostra e verificarmos a disponibilidade de imagens de satélite de acervo ou adquirir uma imagem de programação.

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